Blog Vendas
Petiscos e ossinhos: o item de impulso que sustenta o tíquete médio
Barato para o cliente, rápido de repor e fácil de levar junto com a ração. Veja como expor e combinar petiscos para a venda não depender de sorte.
Equipe BegPet 6 de outubro de 2026 3 min de leitura
Petisco é a compra que o tutor não planejou. Ele veio buscar ração e sai com um pacote de ossinho, um sachê e um brinquedo. Como o valor unitário é baixo, a decisão acontece em segundos — e é aí que a exposição decide.
Perto do que a pessoa já vai levar
O petisco rende mais quando está ao lado da ração e no caminho do caixa, não numa gôndola distante. Duas posições são suficientes: uma âncora junto à alimentação, com as marcas que o cliente reconhece, e uma ilha de impulso no balcão, com formatos diferentes e preço de entrada.
Varie a FORMA, não só o sabor
- ossinhos e bifinhos para mastigação longa;
- snacks macios para treino e recompensa rápida;
- petiscos funcionais (dental, pelo, articulação) para o tutor que já cuida;
- sachês e patês como complemento de ração seca;
- opções para filhotes e para cães idosos, que têm restrição de textura.
Quando a prateleira tem só um tipo, o cliente que já comprou aquele tipo não volta. Variedade de formato cria motivo de recompra sem baixar preço.
Combinação pronta vende mais que item isolado
Monte dois ou três conjuntos: "kit treino" (snack macio pequeno), "kit mastigação" (ossinho + bifinho) e "kit sachê" (três unidades). O conjunto resolve a dúvida de quantidade e faz o tíquete subir sem parecer venda forçada.
Controle o que vence primeiro
Petisco tem validade e é fácil de esquecer no fundo da prateleira. Uma vez por mês, puxe para a frente o que vence antes e leve para o balcão os pacotes com prazo curto. É o tipo de item em que uma semana de atenção evita o descarte.
E vale treinar a equipe: sugestão de petisco na hora da ração funciona porque é específica ("para o dia a dia dele, leva esse macio"), não porque é genérica.